Agrupamento de Escolas de Sabrosa

O professor do 1 Ciclo, Francisco Cuevas, SUICIDOU-SE, no Sbado.

Sendo professor de QE do Agrupamento de Escolas de Sabrosa, foi o ano passado obrigado a concorrer a DACL, porque o diretor lhe disse que no tinha perfil para continuar naquele agrupamento.

To baixo deitou a moral e autoconceito do professor que este optou pela carreira Administrativa. Mas as setas injetadas pelos rgos de gesto da escola, levaram-no a um nico recurso suicdio- porque no se achava Algum, nem as sucessivas depresses melhoraram com esta avaliao de QUEM PENSA QUE PODE MEXER COM OS SENTIMENTOS DAS PESSOAS E PR E DISPOR DELAS COMO BEM ENTENDEM.
Est para autpsia no CHTMAD e a esposa na unidade de Psiquiatria.

Vamos todos divulgar este e outros casos de mau uso e gesto do poder. Responsabilizar quem mata com aes e palavras e apelar aqueles que tambm j sentiram isso, de recorrer aos tribunais e divulgarem sem medos, as instancias superiores, aquilo que passam num stio onde deveria existir bem-estar, alegria e vontade de estar, trabalhar.

DIVULGUEM E NO TENHAM RECEIOS,NEM ACEITEM AMEAAS,DAQUELES QUE SO PROFESSORES,MAS QUE PENSAM QUE AS CADEIRAS DO PODER SO ETERNAS.

PASSSEM A MENSAGEM. Todos faremos a diferena, para sermos devidamente e legalmente respeitados, como pessoas.
EXIJAM JUSTIA!

4 pensamentos em “Agrupamento de Escolas de Sabrosa”

  1. Parece-me que todos os bons docentes profissionais, perseguidos, maltratados e magoados com os Diretores prepotentes, autocrticos sem investigao pedaggica efetuada, que passam a vida a tentar indiretamente fazer cabalas aos docentes reflexivos dinmicos e democrticos, se deveriam juntar e enviar as suas queixas concretas para o Ministrio que as desconhece por completo, sei de otimas escolas com diretores e coordenadores humanistas que tiveram muito bom em todos os parametros na qualificao externa, talvez a culpa tambm seja nossa por termos medo de futuras represlias. H podres nas escolas que o MEC nem imagina. Juntemo-nos todos para as denunciar e a Deco poderia ser um bom “veculo”, talvez isto melhorasse um pouco o mau ambiente que se vive nalgumas escolas como: D.Joo II, St Onofre em Caldas da Rainha e Agrupamento Josefa de bidos em bidos, S.Martinho do Porto, onde muitos professores se queixam nos cafs, mas tm quase pavor em denunciar. J chega de tanto provincionalismo, falta de Humanismo, de Direes que no trabalham para a qualidade rigor e Bem- comum de uma Instituio educativa, j chega de submies, intrigas, favoritismos, chantagens a que milhares de Docentes esto sujeitos por se submeterem a ms Direes, haja uma forma digna de trabalhar com gosto, empenho dedicao, criatividade e amor e tambm a possibilidade de se poder levantar o veu dos maus ambientes que se vivem nalgumas escolas para se poder verdadeiramente qualificar e diferenciar os/as centenas ou milhares de bons/boas ou excelentes Diretores/as que felizmente tambm existem, olhe-se para o caso do Agrupamento de Oeiras e que ele sirva de exemplo formativo.
    De Rosa e Cravo Brancas Flores = Vrios Docentes da Zona Oeste Docentes
    (P.S favor no colocar o email) e apague-se este pedido Obrigado.

  2. Amiga,s com uma revolta global de todos aqueles que so e foram injustados que isto endireita.
    Denunciaaos meios de comunicao social essas evidencias e fatos e vers como ters exito…fora.boa sorte.

  3. AGORA EM SABROSA-VILA REAL A GNR A SEGUIR E A MULTAR PRFESSORES,PARA MAIS NOTICIAS, LEM:
    Agora o comportamento da GNR de Sabrosa, na ativa interveno do quotidiano, motiva crticas de vrios cidados, inclusive professores que exercem as suas funes neste concelho.
    Acusam um GNR DE SABROSA: OSVALDO TEIXEIRA, natural da aldeia de Vale Mendiz, com residncia na aldeia de Souto Maior/Sabrosa Vila Real e em exerccio de funes no posto da GNR de Sabrosa, de comportamentos, despropositados, provocatrios e intimidantes, SOBRETUDO AOS PROFESSORES
    Diariamente, os docentes colocados no concelho de Sabrosa, confrontam-se com multas, depois do soldado acima citado os abordar, com atitudes verbais intimidatrias, ora durante os percursos que os docentes realizam, ora quando estes esto estacionados ou a estacionar.
    Tanto os professores como habitantes, manifestam o desagrado da atuao do soldado supracitado, tendo este j sido agredido fisicamente, por um cidado de alcunha Espiga por haver tido uma atitude pouco assertiva, para com um habitante do concelho.
    O comando da GNR de Sabrosa, parece que acompanha a exaltao do agente, com passividade e alguma inrcia
    Durante o presente ms de Dezembro, s multas aos professores do Centro Escolar de Sabrosa, so e foram muitas! Isto porque o citado soldado da GNR tem o seu filho a frequentar este estabelecimento escolar e parece no lidar muito bem com normas e atitudes pedaggicas, que podem ser consultadas no Despacho n. 10393/2010, publicado no Dirio da Repblica, 2. srie N. 119 22 de Junho de 2010.Entre os diferentes articulados, o Artigo 2. -Princpios gerais de conduta, podia ajudar!.
    Continuando:
    Os docentes so abordados quando o agente se encontra civil, ou este lhe faz perseguio, espera para conseguir os documentos do veculo em operaes auto-stop. Questiona-os, sobre diferentes coisas e se no dia X ou Y, no estavam no stio W, ou Z. Outras vezes apenas se lembra de reproduzir locais de pretritas multas. depois envia contraordenao e coima para casa dos professores , com a devida assinatura do Sargento do Comando, ou cabo em substituio do sargento comandante, com a respetiva coima de penalizao.
    O alegado agente, utiliza a viatura de servio, para ir buscar o seu educando, desde 2009. Entra em recinto escolar devidamente fardado e no tem uma postura assertiva e pedaggica para com os cidados.
    Tais casos merecem ser devidamente auditoriados,pelas entidades superiormente hierrquicas, no intuito de no denegrir a imagem de uma classe que deve prestar um servio pedaggico-cvico sociedade e no ser promotor de contestao, revolta, intimidao, indignao, persegues, fomentadores de violncia, desentendimentos, mau relacionamento e ameaas de caris psicossocial.
    Cabe GNR manter a serenidade a ordem e fomentar o civismo e o cumprimento legal das leis, sem perseguies e intimidaes, coaes, surgidas do nada.
    Se eles no mantm essa postura, como devem exigir que os cidados a mantenham?
    O que as autoridades tm que fazer evitar incidentes e no provoc-los.
    A prpria postura fsica do soldado da GNR, OSVALDO TEIXEIRA, que costuma, entrar fardado no recinto escolar, j compromete o imaginrio infantil das crianas e a sua especificidade na forma de abordagem que faz ao cidado comum, diz muita coisa por si s.
    O comandante carece de ser questionado, por entidades superiormente hierrquicas, pelo contnuo e frequente desempenho do guarda supra, aquando da emisso e data da assinatura e testemunhas dos incidentes/contraindicaes, que envolvem as multas avulsas, sem respetivas testemunhas.
    Tudo o que posso dizer que vamos aguardar que a situao seja resolvida nas instncias superiores e judiciais prprias, se a situao continuar.
    Nuno Carvalho – Advogado estagirio

  4. Estou simplesmente chocada e revoltada com a situao deste colega. A verdade que esta situao se est a repetir em mais agrupamentos de escolas neste pas que se diz democrtico. A mim pessoalmente aconteceu-me a mesma situao no inicio do ano letivo 2010/2011, com o diretor do agrupamento de escolas Pro da Covilh, que apesar de ser das docentes com mais habilitaes do grupo de Interveno Precoce, me disse abusivamente e em tom arrogante que no me iria convidar para estas funes, porque tinha colhido informaes desagradveis acerca da minha pessoa (nunca me tinha visto nem eu a ele) e como tal no me convidaria. Mais acrescentou que iria dar preferncia a colegas que j l tivessem trabalhado. Ele no sabe que eu vi em cima da sua secretria uma lista com os nomes de vrias colegas, entre as quais estava uma, cuja referncia era o nome do marido, amigo do diretor. Fica o desabafo. Maria Mendes

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