Comansegur

Venho por este meio expor a minha indignação contra a empresa de segurança privada comansegur, que não cumpre as normas legais por lei, não dão a cópia do contrato de trabalho e não pagam as horas como deve ser.

As horas nocturnas que não são pagas, os fins de semana pagos como dias normais e só pagam oito horas e não as doze que fazemos de trabalho.

Depois quando querem despedir um trabalhador mandam no para muito longe de um dia para o outro.

Fora outras questões que eles também tratam os trabalhadores. E o fardamento que é logo todo descontado no primeiro ordenado que depois nem sequer nos é devolvido.

Muitos vigilantes já passaram no cliente ISEG em Santos.

By: Natacha Branco

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7 Comentários para “Comansegur”

  1. joão costa diz:

    Boa dia ou boa tarde a todos, pelos comentários que li sobre os nossos caros camaradas do ramo da segurança privada, as autorsdades e o mai não deveriam permitir a certas empresas de segurança, ou na totalidade, 1º. ponto era que obrigatoriedade de formações nas empresas, a crediblidade com as escalas e não ocultar a fiscalização com escalas fictícias, depois, só pelo facto de obrigarem os colaboradores a fazer ás 250 e 300 horas, feriádos pagos como 3€ a hora, quando é muito mais.
    2º. ponto é; tudo aquilo que as empresas tentam fazer mostrar que quando fazem admissão de um elemento, não há uma descrição do que o vigilante vai ganhar, colocação do mesmo no local de trabalho sem qualquer formação do que vai desempenhar, é assim que depois andam os clientes a referências e a reclamar muitas das vezes…! « como é possivel uma costa desta natureza nesta casa? » em seguida está a empresa e despedir o elemento por descuido e desmazelo da sua parte. Se me questionão: Como é possível? É mais fácil demissão do que perder o cliente.
    Quanto á justiça e sindicatos e ACT e Cia, só tenho uma coisa a referênciar que é: que sejam a favor da verdade, e que não andar com politiquices do que se faz agora, vai cair em saco roto na gaveta dos obsuletos. meus caros enqanto houver mentalidades de pessoas a remar cada um para seu lado, quando vão para a rua mostrar termos de luta e logo a seguir o governo diz mudar a favor dos trabalhadores com um reboçado e fica tudo bem, nota-se que o barulho e a reenvendicação dos mesmos por parte do povo nas manifestações é só garganta. Meus caros era dissoloção do governo na assembleia da républica pelo presidente da república e logo a seguir eleições a maioria na abstênçao de 50% a 70%, era de ver em que figura iria ficar os politicos e governantes deste país com a resposta do povo. Obrigada a todos e continuem a refletir. Se nos tiram direitos e deveres quando nos obrigam e oprimem com mais, esses com direitos e igualdades devem ser feitos a quem nos governa.

  2. jancosta diz:

    É brutalmeus amigos e camaradas de luta, que passamos de profissionais a todo o tipo de desempenhos, só nos falta tomar o lugar de enfermeiros, domestico e dama de companhia , tudo isto dentro do ramo da segurança privada. enquanto as grandes empresas quando vão a concurso e mantem o valor já fixo com certos beneficios a concorrência que muitas das veses é deslial, tem que lutar pela migalhar para ser gerida e levá-la até ao fim

  3. jancosta diz:

    Dou razão a pedro santos, o nosso país está com uma doze de empresas que é como os cafés, porta sim! porta sim!… e por isso eu já nem digo nada perante uma conjuntura desta natureza que cada vez mais pobre corrupta e desomana.então para inventar histórias quando demitem o colaborador está na ordem do dia, esclarecimentos, nenhuns chateando demasiado o vigilante fica logo marcado e depois “Rua, pela porta do cavalo que a serventia da casa.

  4. Hugo Silva diz:

    Todos os vigilantes que trabalham no FASVS são incompetentes, mal formados não prestam para trabalhar numa fundação. Não sabem trabalhar e vão ser corridos TODOS, que maravilha. Agora os meninos vão para uma FIL ou algo parecido…que bom:)

  5. paulo abrantes diz:

    Eu sei o que se passa!!!A maior parte dos inspectores sâo corruptos se nao recebecem subornos as situaçao jà estava resolvida,se poserem o estado Portugues em TRBUNAL DOS DIREITOS HUMANOS devido o estado abafar o que toudos sabem,o sindicato e outros orgaõs não o fazem porque se nao à caso nao entra dinheiro,andam toudos de maõs dadas.
    FICA ESTA:Fiz 3 queixas ao PROVEDOR DE JUSTIÇA de a Seg.Social ter dado o meu nome hà empressa que trabalho e ter represàlias,sabêm como ficou?o Prov.de (in)Justiça nêm me respondeu…nòs contribuintes pagamos para nos defenderem e se abafam as coisas porque mutivo sò eles o sàbem(tenho a minha openiao)mas porquê nao os despedimos por nao fazerem comprir com a lei.

  6. pedro santos diz:

    À beira de um ataque de nervos

    Queixas dos trabalhadores são às centenas. Charon, o terceiro maior empregador do sector, dá mau exemplo, acusam os vigilantes

    “Já reclamei para a Provedoria de Justiça, na Autoridade para as Condições do Trabalho (ACT), na Segurança Social, nas Finanças, na Polícia Judiciária e até ao Apoio à Vítima já fui!”, relata Luís, 46 anos de idade, seis ao serviço da Charon. Garante que a empresa lhe deve €21 mil em horas extraordinárias e feriados, que não folgava como diz a lei e foi “para longe de casa”, mal começou a reclamar, há três anos. “Já não aguento fazer turnos de 12 horas. Estou de baixa e a tomar antidepressivos”.

    O Expresso falou com mais funcionários da Charon, que corroboram as acusações, alguns também com queixas na Provedoria e na ACT. Os testemunhos (os nomes são fictícios) não são aqui todos relatados. Filipe, 40 anos, na Charon há 16, revela que a sua primeira queixa remonta a 1995. “Sofri várias intimidações, a mais frequente é ouvirmos que ou fazemos turnos de 12 horas ou não há trabalho”.

    “Chefiei durante 15 anos uma unidade e nos últimos cinco fiz turnos de 12 e de 15 horas, onde as horas não eram pagas como extraordinárias e, a maioria, não constava do recibo de vencimento. Vinham num cheque à parte”. Tem documentos (de 2005) que o atestam. Hoje refere que já não há cheques ‘por fora’, mas “a Charon continua a não pagar tudo segundo a lei”.

    “Pelas contas do sindicato devem-me cerca de €50 mil”. Paulo Lima, diretor de operações da Charon, assegura que “este não é o retrato da Charon”, a terceira maior empregadora do sector. Em dois anos e meio, o fundo português Explorer Investments adquiriu “quatro empresas de segurança [Charon, Palanca, Prosecom e 4Esse], bem como a carteira de clientes da Star”.

    “Triplicámos a nossa dimensão ao integrar cinco empresas, cada uma com um dono e uma forma específica de trabalhar. Contratámos um plano de gestão à Capgemini para controlar melhor todo o tipo de situações”, explica, alegando que é natural existirem queixas num universo de 5 mil pessoas. “Chegámos a ter quatro programas de faturação e outros tantos de salários. Havia escalas feitas à mão… Temos certamente os nossos erros, mas estamos a tentar resolvê-los. Somos uma nova empresa, apenas mantivemos a marca Charon”, acrescenta.

    A ACT está a investigar. Em causa estará “trabalho suplementar prestado, ao longo de um ano [2008], por cerca de vinte trabalhadores”, refere um documento da Provedoria, relativo às queixas ouvidas pelo Expresso. Paulo Lima confirma e diz que a Charon entregou à ACT as informações solicitadas, mas que até agora desconhece a decisão da inspeção. O Ministério do Trabalho adianta que a empresa também está a ser investigada para averiguar se há falhas nos descontos para a Segurança Social, um processo aberto depois de uma denúncia da PSP.

    No sítio da Internet da ANASP não haverá uma empresa de vigilância sobre a qual não recaia, pelo menos, uma denúncia. O presidente da associação, Ricardo Vieira, garante que já lhe passaram pelas mãos “larguíssimas centenas de queixas”.

    Denúncias tocam a todos

    Um exemplo é o caso da Bonne-Segur que fazia segurança na Câmara de Loures. As queixas sucediam-se: falta de pagamento dos salários, dos subsídios de horas noturnas, de alimentação. A ANASP interveio e depois de muitas pressões e de ter tornado pública a situação, a autarquia “interveio, tardiamente, mas em força”, afastando a Bonne-Segur. A empresa entrou “em insolvência” (os telefones estão desligados), mas segundo Ricardo Vieira, o proprietário já abriu uma ‘nova’ empresa.

    Mas há muitos mais casos que visam a Viprese, ASF, Ronsegur e SOV, entre outras. No caso da Viprese, sobre uma funcionária integrada no Hospital de Santa Maria, a empresa diz ser um assunto “tratado, sanado e ultrapassado”. A ASF identifica o autor da queixa, relativo a “problemas nos Hospitais do Centro Hospitalar do Médio Tejo e na Câmara Municipal de Abrantes [sobretudo atrasos nos salários e subsídios]”, como sendo “um elemento que, estando prestes a ser alvo de um processo disciplinar, rescindiu unilateralmente com a empresa”. Admite, no entanto, terem existido “pontualmente alguns atrasos” fruto da retração da banca e da falta de pagamento por parte de clientes estatais.

    Contra a Ronsegur — que tem postos em várias autarquias, nomeadamente na Câmara de Cascais — pesam acusações de não ter escalas afixadas ou de exigir o pagamento da farda, ao que a empresa responde: “É totalmente destituído de fundamento e veracidade”. Raul Leitão, da SOV, contesta com veemência a denúncia de um vigilante a prestar serviço no edifício Zenith, em Miraflores. A acusação mais grave é que a empresa estaria a colocar pó de extintor no sistema de ar condicionado para alegadamente obrigar o trabalhador a despedir-se. “Não tem pés nem cabeça. É rocambolesco, não controlamos sistemas de ar condicionado!”, declara o administrador da SOV. “Temos 28 anos de mercado e os recursos humanos são para nós vitais”.

    Quanto à forma como a ANASP divulga estas queixas na Internet, Ricardo Vieira refere que, regra geral, identificam e contactam o autor da denúncia, cujos nomes, a maior parte das vezes, são ocultados. “Um delegado ou representante da associação vai ao terreno atestar a veracidade da situação e recolher provas”. “Tornámos públicos nomes de pessoas e de empresas e nunca fomos processados”.

  7. pedro santos diz:

    Nao hà nenhuma empresa de segurança privada a comprir com a lei,eu jà fiz queixas em tudo que existe mas continua todo da mesma,vou dar um conselho và para a comenicaçao social apesar deles abafarem a maior parte das coisas mais graves como aconteceu com o jornal expresso do ano pasado,pois conheci um dos vigilantes que contou-me o que se pasou,eles estao protegidos pela ACT e outros membros do estado que sao acionistas e atè o sindicato andam de maos dadas com eles.
    EM PORTUGAL NAO NOS SAFAMOS,DEPOIS DE FAZERES QUEIXA HÀ ACT FAZ AO PROVEDOR DE JUSTIÇA EUROPEU PORQUE O DE CÀ NAO FÀZ NADA EU SOU A PROVA DESTAS INJUSTIÇAS COMETIDAS POR ALGUNS CORRUPTOS.NUNCA MAIS VOTO! PORTUGAL ESTÀ PODRE.

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