Corte gás – activação serviço

Setgás Comercialização, S.A., sita Trav.Júlio Brandão, nº3 A – Quinta dos Lírios-Fogueteiro.

FACTO: Tenho 10€ de pagamento em atraso à empresa Setgas.

FACTO: Recebo a facturação de 2 em dois meses.

MOTIVO: Não recebi a factura de JAN10 na morada e o debito directo tinha entretanto expirado. Foi activado em 01FEV2010.

FACTO: Depois da factura de JAN10 só foi emitida outra em 17MAR10 (nesta factura o débito directo já está activado e não foi recebida nenhum aviso de corte de gás (por 10€ imagine-se….). Acredito que a SETGAS o terá enviado e mais uma vez os CTT da Cova da Piedade não cumpriram a sua parte (já não é a primeira vez a acontecer e tenho conhecimento de várias queixas. A mim o ultimo extravio custou-me cerca de 35€ – renovação de cartão único de circulação automóvel).

FACTO: Em 18MAR10 foi efectuado corte de serviço.

FACTO: Em 18MAR, cerca das 18:30, no regresso a casa verifiquei que o gás tinha sido cortado. Às 18:40 de 18MAR2010, contactei o serviço de apoio dizem-me que tenho de me dirigir a um balcão para regularizar a divida. Claro está que isso só acontecerá no dia seguinte…. Também não é possivel fornecerem referencias novas de pagamento para o efectuar de imediato.

QUESTÃO: Será que depois de pagar no balcão não o farão, inadvertidamente também pelo débito?

PRESSUPOSTO DA EMPRESA: só activam o serviço após pagamento (concordo). Mas então forneçam-me lá a referência de pagamento… ou será que estou pedir algo demasiadamente sofisticado para estes “senhores”…. e o ano 2010! AHH é verdade, estamos em PORTUGAL, é que este factor também conta um bocadinho.

FACTO: Têm um piquete, ou espécie de piquete, que garante a ligação até 4 horas. Pois é mas só funciona com moedinha (ou seja pagamento). E como a empresa não pensou nisso, ou porventura pensou mas a “POLITICA” da empresa não permite, nada feito.

FACTO: Mediante o exposto tentei explicar ao “telefonista” (leia-se pessoa que dá apoio ao cliente) da SETGAS, o meu problema e a busca da solução, ao que me terá referido que “A POLITICA DA EMPRESA” (aí confirmei o palavrão) não permitia estabelecer a ligação sem pagamento, mas também não tinha outra forma de me garantir esse pagamento a não pelo método ARCAICO, ou seja, balcão, cheque,… E uma vez mais tentei explicar que não percebia a abordagem, tendo em conta a responsabilidade que uma empresa daquelas tem ao prestar um serviço, que no meu entender, é da prestação de um serviço básico tal como a água ou luz.
Lá vem de novo a resposta com o palavrão em prefixo que “A POLITICA DA EMPRESA” não permite, blá, blá….

FACTO: Desisti, solicitando para falar com a figura do SUPERVISOR, mais outro palavrão, e uma vez mais sem qualquer significado em termos absolutos. Porquê?: Voltei a explicar o sucedido, reforçando também não compreender o corte pelo valor absoluto (10€) assim como não perceber porque me cortam em 18MAR o serviço tendo eu desde 01FEV a autorização de débito activa e não havendo mais nenhuma factura pelo meio. Bom a resposta já devem calcular, é por causa da politic…. já sabem não éh.
A meio da conversa deixei entender ainda que uma vez que estava a falar com o SUPERVISOR contava com uma capacidade de decisão diferente da do “telefonista”, ao que recebi a resposta que por causa da pol…. da empresa ele não podia fazer nada.

RECOMENDAÇÕES À SETGÁS:
1. Deixem de tretas e não chamem a outro “telefonista” o nome pomposo de SUPERVISOR sem lhe darem mais responsabilidade e capacidade de decisão. É elementar e vem em todos os livros de management… Dúvidas….!? Ou então se não for para ter capacidade de decisão retirem-lhes o titulo pomposo.
2. Uma vez que prestam um serviço de cariz público, e na minha região não tenho possibilidade escolher outro fornecedor, então façam o favor de empregar o MEU dinheiro e dos OUTROS clientes que pagam para a vossa existência de forma a serem uma empresa moderna, flexivel, exigente e acima de tudo com capacidade de resposta no imediato.
3. Esta recomendação também não pagam! Analisem de uma vez por todas as vossas “POLITICAS INTERNAS” pois quando, nem para receber dinheiro tornam os vossos processos ágeis, sou obrigado a levar-me a questionar as vossas “POLITICAS” de trazer por casa, reforçada pela questão de que se trata de um serviço básico.

QUE SOLUÇÃO ESPERAVA:
1. Fornecimento de referência de pagamento;
2. Ligação do gás pelo piquet, após boa cobrança, dentro de um prazo razoável. E aceito as 4 horas.
3. Pagamento de um valor por reestabelecimento de serviço cortado.

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