Direito de doente crónico

Chamo-me Suzana Martins vivo em Manteigas no distrito da Guarda.
Há 10 anos no hospital da Covilhã foi-me diagnosticado Bronquite asmática que ao longo do tempo foi piorando tornando-se crónica.
Há 2 anos atrás foi diagnosticado através de exames de rotina outra doença crónica que tem a ver com o sistema imunitário.
Comecei a fazer o tratamento que já estou dependente para o resto da minha vida.
O tratamento é de 21/21 dias, durante e após o tratamento tenho efeitos secundários na qual é normal, mas algumas pessoas ficam mais vulneráveis nesse dia com é o meu caso.
A médica que me trata disse-me que tinha direito a transporte para o dia do tratamento e que era arriscado conduzir esse dia pois não tenho condições físicas e psicológicas para conduzir 42km.
Dirigi-me ao meu médico de família e ele passou a credencial. Mas em Janeiro a ULS da Guarda resolveu colocar um regulamento interno que este viola todo o direito do doente que está no artigo 64º da constituição portuguesa e viola as leis que foram, criadas nas ULS S para preservar o bem e o aceso garantido de todos os doentes á tratamentos.
Fiz a minha exposição por escrito á ULS e ela fez “chantagem” comigo só me dava transporte se fosse para a Guarda, eu questiono o direito do doente não é o mesmo?
Já ando nisto Há 2mese e parece que ninguém se preocupa em resolver e eu que me desenrasque.
Eu sou um ser humano não sou um objecto que podem descartar quando quiserem.
Gostaria de saber quem me pode resolver está questão pois eu contactei o ministério da Saúde e o mesmo respondeu que tenho direito ao transporte, que é o médico de família que decide para onde vamos fazer o tratamento e a ULS da Guarda não pode intervir e impingir do doente a transladação de hospital.
Com os melhores comprimentos
Agradeço a disponibilidade.
Suzana Martins
Contacto 961634703

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