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Escola Corpo Eleganc – Formação Profissional de Estética

Sílvia Barbosa Duarte, cartão de cidadão nº 11073917 contribuinte fiscal nº 219033854, residente na Rua Araújo Carandá bloco 104 6º esquerdo, Concelho de Braga, venho pela presente denunciar o incumprimento relativo a honorários que me são devidos, pelo desempenho de funções como formadora na entidade – Escola Corpo Eleganc – Formação Profissional de Estética Unipessoal Lda. número de identificação fiscal – 507914449, sita no Largo Carlos Amarante – Shopping Santa Cruz, loja 92, 2º andar 4700-308 Braga.

Os referidos honorários reportam-se aos meses de Maio, Junho, Julho e Agosto do ano de 2011.

Como é do conhecimento geral, os formadores por princípio passam os recibos antecipadamente para que as entidades formadoras possam receber as verbas dos apoios concedidos, sem terem de pagar os honorários previamente, como seria o procedimento correto.

Assim, foram por mim entregues os recibos dos meses acima transcritos, o que leva a que a citada entidade formadora recuse qualquer responsabilidade relativamente aos referidos pagamentos em dívida.

No entanto, também é do conhecimento geral que no dia do pagamento dos honorários, o movimento de caixa da referida entidade formadora prove que esse valor foi entregue, o que não acontece porque na realidade não houve liquidação dos referidos montantes em dívida. Este facto só poderá ser comprovado através de uma auditoria às contas da citada empresa.

Agradecendo antecipadamente a atenção de V. Ex. a.

Asneiras no Dicionário de Lingua Portuguesa da Porto Editora

No dia 07 / 12 / 2011, ao consultar um dicionário de Lingua Portuguesa da Porto Editora, qual não foi o meu espanto quando encontro na página 148 a palavra, e passo a escrever, além de ter vergonha de escrever… “C@r@lh0” com o respectivo significado que passo a citar: c@r@lh0, interj.vulg.exprime espanto, impaciência ou indignação. n.m.vulg.pénis.

Fiquei estupefacta pois nunca me tinha ocorrido a ideia de que essa palavra poderia constar de um dicionário. Resolvi procurar mais alguma e para meu espanto, encontrei na página 189 a palavra “C0n@”, na página 343 ” F0d€r”, “F0d€r-se”, “F0did0”, todas elas com os respectivos significados.

Como é possível tais palavras constarem de um dicionário utilizado por crianças, por adolescentes e adultos.

Enviei um mail, à editora responsável e a resposta que obtive foi a seguinte:

“…Não fazemos qualquer tipo de censura, nem aplicamos critérios subjetivos na seleção e no tratamento das palavras. Procuramos pelo contrario, descrever a lingua com rigor, assinalando como vulgarismos as palavras a que se refere “.

Ou seja a editora considera que tais palavras não passam de simples vulgarismos.

Eu gostaria que me informassem como é possivel educar crianças, a quem transmitimos os valores de educação em que não entram asneiras nem insultos, quando estes mesmos estão descritos no dicionário?

Que tipo de fiscalização têm estas editoras a nivel de conteudos, antes da publicação?

Inadmissível este facto!!

Alerto desta forma os Pais ou Encarregados de Educação que antes de adquirirem um dicionário, verifiquem se este possui uma linguagem adequada ou se contem Vulgarismos, que neste caso são asneiras das piores que qualquer pessoa civilizada e educada não se designa a dizer.

Inscrição no atl do centro social de Soutelo

No mês de junho de 2011, ou seja, quando o ano lectivo estava a terminar tive que pagar a inscrição do atl da minha filha, no centro social de soutelo ,rio tinto-gondomar no valor de 40 euros.

Mas em Setembro (antes do novo ano lectivo começar) fui anular a inscrição e como não tinha usado o serviço pedi o meu dinheiro de volta, no qual já fui lá vários dias, meses seguidos.

Dão sempre a mesma resposta, de que isso tem que ser decidido numa reunião.

O que posso fazer nesta situação?

Funcionarios Publicos

O espírito de funcionário público
É-me difícil conviver com o espírito de funcionário público.

Foi com alegria :))) que comemorei a noticia das medidas tomadas pelo governo em relação aos funcionários públicos, já tardava…é bem feito para os funcionários publicos pois essa escumalha sempre ganhou bem e nunca fizeram nada! para não falar do abuso de poder e assédio psicológico que sempre existiu entre chefes com funcionários e funcionarios com funcionarios.E claro! o conselho executivo da escola… que sempre fez tudo isto com reaquintes de malvadez… Espertos ahh? Agora estão a ter o que merecem! NÃO PASSAM TODOS DE ESCUMALHA que se lixam uns aos outros !

Eu trabalho. O que não é o mesmo que dizer que estou a trabalhar 100% do tempo em que estou no escritório, mas naquilo que eu faço nunca tem havido falta de coisas para fazer e como, desde que comecei a trabalhar, sou resopnsável pela gestão do meu próprio tempo, tenho que ter atenção às tarefas, fazer previsões de ocupação de tempo e etc.

Mesmo nos dias em que não me apetece fazer nada, tenho que trabalhar. E isto não se passa apenas na empresa onde estou agora, sempre foi assim.

É portanto com ódio profundo que conheço casos ou ouço histórias daquelas pessoas que vivem o seu trabalho com aquele espírito tão conhecido no nosso país e apelidado “funcionalismo público”. E mais uma vez estamos aqui a generalizar… eu odeio generalizações, mas por vezes são a maneira mais simples de transmitir uma ideia.

Vejamos, não se pode dizer que todas as pessoas que trabalham na Função Pública ajam da mesma maneira… de certeza que não, mas que existe uma grande fatia que o faz, existe, caso contrário não teria surgido o estereotipo.

Já sabemos como é: a pessoa chega a horas, todos os dias e perde uma certa parte da manhã a dispor objectos na secretária, a cumprimentar os colegas, a beber café e a dar uma vista de olhos nos sites favoritos.

Quando chega a hora de almoço, a técnica é sair para almoçar uma hora antes do chefe. Porque assim pode-se usufruir de duas horas de almoço, desde que se regresse cinco minutos antes do chefe, ele nunca saberá quanto tempo estivemos fora.

Eventualmente, depois de almoço é preciso fazer algum trabalho, qualquer coisa simples. Mas a técnica para não ter muito trabalho é implementar desde cedo uma tática de inflexibilidade: não posso, estou muito ocupado, para fazer isso tenho que largar aquilo. Mesmo que, evidentamente, não seja bem assim.

A partir das 4 horas, começa a contagem decrescente. Este tempo é passado a olhar para o relógio, à espera que sejam 5. Mandam-se uns mails com piadas para os amigos e lêem-se os mails com piadas enviados pelos amigos.

Às cinco horas é altura de arrumar as coisas. Tal como numa escola, em que toda a gente começava a arrumar as canetas pouco antes da saída, para se perder menos tempo de recreio, o funcionalista mete a carteira no bolso do casaco, arruma as canetas no copinho, põe o telemóvel ao cinto, enfim, vai arrumando as suas coisitas.

Ao toque das cinco e meia, até parece que tem molas no cu. Salta da cadeira e ala que se faz tarde pela porta fora. Amanhã há mais… do mesmo.

Eu não odeio horários… ou melhor eu ODEIO horários. Eu acredito que, se as pessoas fossem responsáveis pelo seu trabalho e se a gestão fizesse aquilo que é suposto, cada um poderia ser responsável pelo seu próprio horário, usufruindo de uma flexibilidade que só poderia aumentar a qualidade de vida de cada um de nós. Mas como o rebanho anda sempre à velocidade da ovelha mais lenta, levam os responsáveis pelos irresponsáveis e andamos assim todos a toque de pica-ponto.

O que eu queria dizer com “não odeio horários” é que acho muito bem que os horários, existindo, sejam cumpridos. E se o funcionalista público dá às de Vila Diogo ao toque da hora certa, eu e muitas outras pessoas deixamos passar o toque e mais uns quantos toques, antes de finalmente nos arrastarmos até casa.

Pessoas há até que chegam a trabalhar 24 horas de uma só assentada, hipotecando apenas a sua saúde mental.

Portanto acho que a verdade, como sempre, deve estar algures entre o tipo que chega, não faz nada e sai à tabela e o tipo que trabalha 12 horas por dia, todos os dias e ainda vai ao sábado acabar coisas.

Ou então, muito provavelmente, a verdade está numa ilha na Polinésia Francesa. É melhor eu ir lá ver…

Agrupamento de Escolas de Sabrosa

O professor do 1º Ciclo, Francisco Cuevas, SUICIDOU-SE, no Sábado.

Sendo professor de QE do Agrupamento de Escolas de Sabrosa, foi o ano passado obrigado a concorrer a DACL, porque o diretor lhe disse que não tinha perfil para continuar naquele agrupamento.

Tão baixo deitou a moral e autoconceito do professor que este optou pela carreira Administrativa. Mas as setas injetadas pelos órgãos de gestão da escola, levaram-no a um único recurso – suicídio- porque não se achava Alguém, nem as sucessivas depressões melhoraram com esta avaliação de QUEM PENSA QUE PODE MEXER COM OS SENTIMENTOS DAS PESSOAS E PÔR E DISPOR DELAS COMO BEM ENTENDEM….
Está para autópsia no CHTMAD e a esposa na unidade de Psiquiatria.

Vamos todos divulgar este e outros casos de mau uso e gestão do poder. Responsabilizar quem mata com ações e palavras e apelar aqueles que também já sentiram isso, de recorrer aos tribunais e divulgarem sem medos, as instancias superiores, aquilo que passam num sítio onde deveria existir bem-estar, alegria e vontade de estar, trabalhar….

DIVULGUEM E NÃO TENHAM RECEIOS,NEM ACEITEM AMEAÇAS,DAQUELES QUE SÃO PROFESSORES,MAS QUE PENSAM QUE AS CADEIRAS DO PODER SÃO ETERNAS….

PASSSEM A MENSAGEM. Todos faremos a diferença, para sermos devidamente e legalmente respeitados, como pessoas.
EXIJAM JUSTIÇA!

WSI – Wall Street Institute – Portugal

Em Setembro de 2009 contratei um plano de estudo de inglês com 6 níveis, no WSI – Campo Grande. Para a contratação, apresentei dificuldades que consistiam na minha potencial indisponibilidade por alguns períodos e a consequente necessidade de efectuar aulas mais intensivas noutros períodos.

A consultora, para me convencer a assinar o contrato, acordou que se poderia efectuar sempre um prolongamento da duração do contrato sem qualquer problema ou condicionante e que poderia contar com momentos de maior intensidade de aulas, sempre que me conviesse.

Logo que iniciei o curso tentei ter aulas mais intensivas mas o centro não tinha disponibilidade de professores. Compreendi a situação e aceitei na condição de prolongar a duração do curso, se viesse a ser necessário.

A partir de Fevereiro de 2010 iniciei um novo projecto profissional limitando-me na frequência do curso. Mesmo com pouca disponibilidade muitas vezes tentei marcar Encounters mas raramente haviam Encouters disponíveis no site e os muito poucos que existiam nunca eram em horários compatíveis com a minha situação profissional.

Entre Junho e Setembro de 2010, numa época menos sobrecarregada, enviei mensagens electrónicas a solicitar uma marcação mais intensiva de aulas (conforme previsto) às quais não tive resposta.

A partir de Dezembro de 2010 o WSI começou a recusar o prolongamento acordado, salvo se houvesse nova contratação. Além da principal causa do atraso dever-se à indisponibilidade da escola, tinha sido prometido poder prolongar o curso no tempo sem custos.

Após a troca de cartas registadas e numa tentativa de acordo, aceitei a proposta verbal do WSI: congelar por um ano, devido às minhas deslocações profissionais ao estrangeiro nesse período, e mais um período de 6 meses para completar o curso. Posteriormente recebo uma carta onde apenas prolongavam o curso por 6 meses a contar de uma data passada (2011/03/07) e só depois de eu assinar um documento que nunca me foi disponibilizado até agora.

By: Edgar Zeferino

Pesquisa do Google

Boa Tarde ou bom dia ou boa noite,

Eu queria fazer uma queixa do google porque nunca se encontra aquilo que se quer. Sempre que faço uma pesquisa obtenho resultados que não têm nada a ver com o que eu pretendo.

Por exemplo: Se eu pesquisar uma música de um cantor surge a informação de outro e isso dá-me raiva! Tira-me mesmo do sério.

Esta é a minha queixa, espero que consigam resolver…

ISCAP Instituto Superior de Contabilidade e Administração do Porto

Venho alertar todos os actuais e futuros estudantes das praticas desonestas que este instituto pratica.

Passo a explicar a situacao, inscrevi-me para um exame final e foi-me fornecida uma referencia mb de 2,80 euros com prazo para pagamento, como nao paguei dentro do prazo fiquei excluido da presenca no mesmo. Ate aqui tudo bem, entretanto passaram-se 6 meses e so agora a faculdade se lembrou de bloquear a minha conta, notas, tudo.

Agora exigem 80 euros mais o pagamento de 2,80 euros do exame, o que a mim me parece totalmente desapropriado tamanha diferenca de valores. Julgo ser mais que obvio que se trata de um estratagema para reunir fundos a estudantes.

Ate porque senao pagar as propinas no dia definido a conta e imediatamente bloqueada entao porque deixou este instituto passar mais de 6 meses ate o fazer??

Ate porque ja tinha estado na secretaria varias vezes antes e ninguem me tinha exposto a situaçao irregular.

Hoje recebi a resposta aos meus argumentos apresentados e a unica foi de que esta escrito numa “Biblia” e que os estudantes deviam de conhecer o seu conteudo, ora por estar escrito nao torna a situaçao menos injusta.

By: Ricardo Teixeira

ESE de Lisboa Queixa

Para contextualizar, estou a reclamar da nota que me foi atribuída a PIIP 3, uma reclamação formal que fiz. Após resposta, continuo a não estar convencido do que me dizem.

De tudo o que dizem, das críticas que me são feitas, tenho de acatar algumas, porém, sei que a Matemática é uma ciência exacta e os cálculos que foram feitos não coincidem com o que está nas folhas de avaliação.

Já pedi que explicassem a discrepância, contudo, fala-se de tudo, referem-se hierarquias, poderes… cálculos nada!

Uma das condições para ser aprovado, apesar de ter uma média de 11,74 era ter 4 no estágio (70% nota da Instituição / 30% nota da ESELx), ora no seu conjunto fui avaliado com 3,4 – o que me impede de ser aprovado. Na página 7 da reclamação, após contas feitas, a partir do que se encontra nos anexos e, depois de tudo, a nota da Instituição é de 2,80 (e não 2,4) e a da ESELx é de 1,156 (1,2) e não 1. Sendo assim, tenho 4 no estágio? Não conheço advogados, a quem me devo dirigir?

Já tentei a Direção do Ensino Secundário (remetem para a autonomia da ESELx); enviei para a Provedoria da República (dizem que a ESELx e o prof. da Unidade Curricular é que têm o poder); o parecer da ESELx é um jogo de empurras!

O que posso fazer? Eu vou até ao fim, o professor e a Instituição não podem voltar a cometer injustiças, se não for para mim, que seja para os que hão-de vir.

Obrigado

By: Diogo Gabriel

Centro de Emprego

O centro de emprego anulou a minha incrisão e a minha candidatura para o curso profissional de acção educativa, por um erro deles.

E quando pedi explicação foi me dito que em Portugal não tem tanta criança para tantas auxiliares de acção educativa.

Ora será que os que foram seleccionados para o mesmo curso tem empregos já garantidos?

Eu sendo de outra nacionalidade não posso ou não tenho o direito também de tirar o curso?

By: catarina andré

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