Guilhermina Fernandes da Cunha Coelho

Isto de o povo andar com a mania da crise é cá um problema somos uma empresa de construção e remodelação e ultimamente temos varias situações em que os clientes mandam fazer obras e depois não pagam!

Há uns meses atrás fui convidado por uma senhora para lhe fornecer um orçamento para mudar a cobertura da moradia; assim fizemos e a senhora mandou executar o trabalho, ate ai tudo bem.

Mais tarde faz o mesmo e quer  alterar o acabamento das paredes exteriores; tudo corria bem ate ao dia em que a senhora nos pediu um orçamento para retirar uma parede no interior da moradia onde queria fazer um quarto e ampliar a cozinha.

Apresentamos o orçamento para o referido serviço o qual recebemos ordens para executar; tudo bem!

Mas é dai para a frente que as coisas se complicam, a senhora como não vivia na moradia só passava lá os fins de semana cada vês que lá ia mandava fazer serviços que não faziam parte do orçamento, como pavimento cerâmico em todo o chão da moradia a custo unitário de 37.00 € o metro, tectos falsos, pintura total na moradia mais uma serie de pequenos trabalhos que no final tiveram um acréscimo no orçamento na ordem dos 8000.00 €  ora mais 5000.00 € orçamento isto dá um total de 13000€ mais IVA ai é que aparece o problema.

Acabamos os trabalhos não há reclamações e apresentamos a conta, mas quem nos telefona já não é a dita senhora mas sim o marido que nos diz em tom ameaçador “Ou baixam os valores ou entrego a situação ao advogado”.

Não é caricato? Nós é que estamos arder e ele é que vai para o advogado.

A senhora Guilhermina Fernandes da Cunha Coelho e o marido de Barcelos sãos os protagonistas desta estória.

By: Construções Santos

Twitter Digg Delicious Stumbleupon Technorati Facebook


Deixa um comentário