Queixas | Saúde RSS Feed Desta Categoria

Enfermeira Patricia do Hospital dos Capuchos

Hospital dos Capuchos, Lisboa – Medicina 3. 2 (Mulheres)

Após ter estado 10 dias internada c/ uma infecção urinária, a minha Mãe, ainda sem equilibrío, levantou-se da cama e caíu…

Eu tinha acabado de chegar por volta das 19h à enfermaría, e ví a minha Mãe no chão da mesma, com a fralda pelos joelhos e a tremer, resultado da referida queda e também porque estava suja de cocó.

A minha reacção foi imediatamente levantá-la e sentá-la na respectiva cama, acalmei-a, beijei-a e disse-lhe para não se preocupar, porque apenas tinha acontecido um acidente sem gravidade e de seguida iria pedir ajuda a uma Auxiliar para limpar o referido cócó do chão e mudar a roupa á minha Mãe, quando para ESPANTO MEU, a minha Mãe disse-me que a enfermeira a tinha visto no chão e que lhe tinha dito -” se teve pernas para andar, agora também as têm para se levantar”.

Ao ouvir isto, dirigí-me onde estão os Enfermeiros, e falei com o Enfermeiro que lá estava, o qual disse-me que nada sabía, e ao saír, reparei numa enfermeira a falar com familiares de outro doente, noutra Enfermaría.

Entretanto, passados já uns 5 mnts, a Auxiliar começou a limpar o chão e a enfermeira em causa apareceu.

Nesse momento perguntei-lhe se realmente o que acima referí tinha acontecido, ao que a mesma respondeu – ” não tenho nem sou obrigada a levantar nenhum doente, aliás nem o conseguía sózinha, de forma que fuí pedir ajuda”.

A ARROGÃNCIA na forma como respondeu, e o facto de não ter negado o que a minha Mãe me tinha dito, leva-me a concluir que a ENFERMEIRA PATRICIA da Med 3.2 do HOSPITAL dos CAPUCHOS desconhece que TODOS OS DOENTES DEVEM SER TRATADOS COM DIGNIDADE E RESPEITO.

O modo DESAFIADOR que ainda disse que era a palavra da minha Mãe contra a dela leva-me a apresentar queixa da mesma Enfermeira junto da Administração Hospitalar, bem como no respectivo Serviço, porque julgo que a ENFERMEIRA PATRICÍA É A VERGONHA DO NOSSO SERVIÇO DE SAÚDE.

Vital Dent – Cuidado com as garantias

Fiz 2 facetas na Vital Dent em 2010, que me levaram o valor de 750€ foi uma chatice, mas o medico que me atendeu foi impecável…

Mas antes de começar com o trabalho foi feito um contrato de empréstimo ao Santander Consumer pois eu não tinha esse dinheiro….

Só depois de já ter as facetas é que me deram a garantia… aliás depois até de uma faceta ter caído logo na primeira semana….

Sinceramente não me recordo que me tenham dito que a garantia de 5 anos perdia a validade se não fosse de 6 em 6 meses …a uma consulta de rotina.

Mais 2 vezes a faceta caiu, e mais 2 consultas as quais eu fui, apesar dos cuidados que tenho para comer lavar os dentes etc.

No dia 30 de 2012 caiu-me novamente outra faceta, mas eu não tinha ido a consulta em Agosto e porque? porque estou com baixa medica desde Junho e nessa altura estava tão mal que nem me podia levantar…

Nem tinha cabeça para me recordar dessa consulta.

Eles tampouco se importaram em me telefonar…

Resumindo dia 30 ligo para o Saldanha a Vital Dent já não tinha qualquer medico que me pudesse valer.

Fiquei ate 2ª feira com o dente exposto e dorido…..Não tinham os moldes nem acesso a nada bem é uma confusão de organização naquela empresa.

Quando fui a consulta a Drª que me atendeu disse que ia ver, falar com não sei quem mas que me iam resolver o problema mas a garantia já não tinha validade….

Eu disse-lhe que não podia pagar nada pois não tenho possibilidades e só mesmo nesse dia é que estive a ler as condições do cartão do seguro… disse-me que fosse 4ª feira… e nao me protegeu o dente com nada…

Então fiz alguns contactos e nessa mesma tarde encontrei um dentista idoneo que me pos uma coroa no dente e me informou que o preço que eles cobraram tenho as facturas comigo foi de facetas de cerâmica mas as que me puseram foram acrílico…que sao mais baratas que o preço que me levaram…. pois ainda tenho uma…..

Na Vital Dente nunca mais… Mudaram os médicos todos, e eu gosto de ser atendida com o mesmo medico por questão de confiança e profissionalismo …

Por isso antes de fazerem um contracto antes leiam as condições e vejam por escrito.

Não façam nem paguem nada sem ter a certeza do que vêem…

Principalmente na Vital Dent nas outras clínicas não conheço e sinceramente nem quero conhecer…

Querem é apanhar o dinheiro pois as financeiras pagam-lhes o valor integral e nós ficamos sujeitos a trabalhos mal feitos e a condições indesejáveis …

Helder Coelho – urologista

Em Novembro de 2010 tive uma consulta ao final do dia com o médico referido. Iniciou-se com uma hora de atraso e a observação foi feita à uma luz mortiça branca de teto (sem lupa).

Tentei colocar questões concretas, mas raramente me foi permitido falar mais de 30 segundos de cada vez.

O problema concreto que coloquei não foi respondido, e a recomendação alterou-se depois de eu colocar dúvidas de senso comum/lógicas.

Foi dinheiro mal desperdiçado porque terei de recorrer a outra consulta (outro médico, claro) para a mesma questão.

Hospital Privado da Boavista – dermatologia dr. luis taveira

Decidi, para que caso o HPP se decida desculpar pela sua Atitude, colocar o meu nome verdadeiro como utente do HPP Boavista
Pensei seriamente assinar o livro de reclamações, mas sei que causaria imensas chatices e problemas, alias, o meu problema foi com o dermatologista e não com o hospital… como tal, penso que o mais será reclamar do dermatologista… Dr. Luis Taveira

Fui ao dermatologista no dia 2 com o seguinte problema, queda de cabelo, entrei no consultório, o médico estava sentado na cadeira… disse que já tinha sido receitado pelo meu medico de família um medicamento para parar a queda de cabelo, mas que tal não tinha parado de cair, ele na cadeira continuou sentado…

Referi que tinha ido a um dermatologista no porto que me receitou umas ampolas e um shampoo e nada resultou… ele na cadeira continuou sentado!

Sabem a resposta que me deu… não se pode fazer nada, é deixar cair…

Quando o médico me diz isso, sem sequer ouvir mais alguns esclarecimentos meus, sem sequer, se levantar da cadeira… nossa só tendo visão RX é que conseguia detectar o que eu tinha… duvido que fosse o caso…

Bom no fim de contas, estive cerca de 3 minutos no consultório, no máximo uns 5.

Tentei explicar ao medico que tinha gordura na testa, que tinha bolhas no couro cabeludo, que sentia as vezes borbulhas com agua no couro cabeludo, mas nada moveu o médico sequer a se levantar da cadeira

Fica aqui o alerta para quem quiser ouvir… não frequentem..

Abraços e boa sorte em outro dermatologista

Elsa Ferreira Reis – Psicologa Clínica do Hospital Pulido Valente

Venho por este meio, apresentar uma reclamação que mais não fará que fazer-vos rir, no entanto não quero deixar de a expor.

Há algum tempo descobri que o meu companheiro trocava mensagens e telefonemas com a Psicologa Elsa Reis, para o seu telefone 966 765 740.

Confrontei-os, o meu companheiro prometeu não voltar a comunicar-se com a Psicologa Elsa Reis, mas venho a verificar poucos dias depois que a comunicação tinha retomado, por sua iniciativa e sendo de seu conhecimento que nos encontrávamos de férias em família.

Sendo a Psicologa Elsa Ferreira Reis especialista em doenças infecciosas como o HIV/Sida, é difícil de compreender que pretenda continuar numa relação extraconjugal.

É de conhecimento geral que o HIV e demais doenças sexuais, facilmente se transmitem em relações promiscuas.

Sendo assim, considero-me no direito de apresentar esta reclamação dado que a conduta da Psicologa Elsa Ferreira Reis não se coaduna com o correcto desempenho das suas funções e existe claramente promiscuidade entre a médica e o seu “paciente” do Catujal.

Não tenho qualquer tipo de pudor em apresentar esta reclamação porque sinto que a minha intimidade foi violada pelo meu companheiro e pela médica “especialista na matéria”.

Em breve irei realizar exames médicos e se for detectada alguma doença infecciosa apresentarei queixa crime dos dois.

By: Concha

Clínica do Carmo em Faro

Preciso que me respondam a um problema que tenho com uns implantes que fiz na clínica do Carmo em Faro.

Paguei e não tenho os implantes porque correu mal! O dentista disse-me que o dente do lado estava a prejudicar o implante então respondi se era isso que me arranjasse o dente.

Então ele tentou anestesiar o dente mas como o implante estava a apanhar o nervo meridiano segundo me explicaram não conseguia anestesiar e ele continuou a picar a gengiva a volta do dente que entretanto ficou toda roxa e não resolveu o problema.

Então recorri ao hospital de faro onde me foi diagnosticada uma periplantinite. A medica quando viu a panorâmica disse que o caso era grave e só se resolvia tirando os implantes.

Eu já com medo dele pedi a ela que mos tirasse e ela respondeu que não tinha ali peças para mos poder tirar então disse-me que ia ligar para ele.

Passadas duas horas ele, que antes não os quis tirar, ligou-me para me apresentar na clínica no dia seguinte para mos tirar.

Eu depois disse a ele que já não queria continuar a tratar-me na clínica e que ele me devolvesse o dinheiro que eu já tinha pago para poder tratar-me noutro lado.

Ele disse que não me devolvia o dinheiro nem dava nenhumas indicações para que outro dentista me possa tratar.

Visto isto se a deco me poder ajudar eu associo-me.

By: Adelaide

Centro de Saúde de Aljustrel

Depois de encontrar este site, venho disponibilizar uma reclamação feita por mim, que neste caso já é a segunda reclamação descrita o mais detalhadamente a fim de dar conhecimento do que se passa no Centro de Saúde de Aljustrel.

Depois de ter efectuado a primeira reclamação, foi emitida uma carta pelo SAI-USBA onde discordei de imediato assim que abri e li a referida.

Entendo eu, que depois de verificar a situação e a resposta obtida nessa carta, que tudo o que se passa por estes Centros de Saúde, apesar de existirem reclamações no respectivo Livro de Reclamações acaba por ficar arquivado sem que seja criado qualquer inquérito rigoroso sobre o assunto e sem que se aplique qualquer castigo e ou indemnizações.

Sendo o Senhor que acuso habitualmente utilizador de termos e de palavras que não se devem utilizar, podendo eu provar esses termos e palavras pretendo ir ate ao fim com esta minha queixa.

Já encaminhei a mesma para vários locais (Entidades de Saúde) que como resposta, tenho que a mesma reclamação foi enviada para a Entidade da Zona, o que me leva mais uma vez, a mesma situação, que tudo fica na estaca zero.

Agradeço assim a todos os leitores que estejam por dentro destas coisas, de direito, que me possam indicar a melhor forma de eu fazer justiça.

Obrigado por este espaço, aguardo indicações ( electrocruz@sapo.pt )

Referente a Exposição Nº277/2011

SAI-ULSBA/2011/7452

Aljustrel, 20 de Setembro de 2011

V. Exas., venho eu José Manuel Tome da Cruz na qualidade de filho de Manuel da Cruz Peleja, dar seguimento e resposta ao vosso argumento, o qual discordo na totalidade, onde toda a informação descrita na vossa SAI-ULSBA/2011/7452 de 02/09/2011 para alem de não ser verdadeira, oculta muita outra informação.

O meu pai, Manuel da Cruz Peleja começou a viver outra fase da sua vida quando lhe foi diagnosticado em meados de Outubro de 2010 um Tumor maligno e mais tarde (Novembro de 2010) operado sendo-lhe retirado parte do maxilar superior, céu da boca, etc. etc.), ficando o mesmo muito debilitado e sensível, quer visualmente e fisicamente ficou marcado, onde qualquer pessoa mesmo pouco culta se apercebia bastando olhar para o senhor o seu estado.

Tudo se passou na tarde de 8 de Agosto pelas 16 horas e 10 minutos quando o meu pai foi forçado a deslocar-se ao Centro de Saúde de Aljustrel para tratar uma infecção que lhe apareceu num braço devido a ter tido naquele sitio um cateter para levar soro uns dias antes, nada nem ninguém esperava ou fazia propositadamente para infectar uma picadela que se cura ao fim de um dia.

Devido a sua fragilidade o mesmo foi acompanhado pela Nora dirigindo-se ao balcão desta unidade a fim de poder ser tratado.

No balcão de inscrição encontrava-se de serviço a Funcionaria Cesaltina e onde se encontrava presente também o Sr. Enfermeiro Francisco Mestre.

O Sr. Enfermeiro pelo facto de ter algum conhecimento com a minha esposa (e só com a minha esposa, contrariando a exposição por voz apresentada que Sr. enfermeiro nos conhece de longa data sendo este argumento falso) dirigindo-se a ela pergunta “então o que é que andas aqui a fazer”, respondendo a minha esposa “ venho com o meu sogro para ver esta infecção neste braço devido a um cateter que ele teve aqui colocado e já que aqui estamos aproveitava para arranjar o adesivo da sonda que se esta a desprender”.

Nesta altura o Sr. Enfermeiro começa com uma comunicação mais agressiva “então isso também? Não tens adesivos lá em casa? (referente ao adesivo)”, depois começou por perguntar se o Sr. Manuel estava a tomar algum anti-inflamatório, onde a resposta foi não saberem, pelo facto do Sr. estar a tomar tanta medicação devido ao problema oncológico que tinha.

Resposta do Sr. Enfermeiro “então está a tomar as coisas e não sabe o que esta a tomar?” em resposta por parte da minha esposa “não sabe não, é tanta coisa”, o Sr. Enfermeiro questiona “então afinal de onde é que vem a doença?”

Mas tudo isto em tons agressivos, a minha esposa vendo a maneira como o Sr. enfermeiro se dirigiu respondeu “desculpa mas se não queres estar aqui, vai de ferias, vai para casa” ficando a minha esposa a olhar para ele com uma cara de espantada (por outros termos, com cara de parva) com o dialogo.

Ainda com alguma coragem o meu pai viu a má vontade, a agressividade e o modo como este profissional se dirigia e pronunciava que disse ”não há problema, deixe estar que nós vamos a uma farmácia e alguém vai resolver a situação, tudo se resolve”.

Nesta altura o Sr. Enfermeiro utilizando o palavrão grosseiro dirigindo-se ao meu pai “Agora está para ai feito BESTA”, nesta altura a minha esposa teve que lhe responder “então? Besta és tu, estas agora a chamar isso ao homem?” só não começou a chorar porque tinha o meu pai ao lado e não o queria abater ainda mais do que ele já estava.

A triagem do Sr. Enfermeiro continuou transmitindo “ é isso é uma infecção e tem que ser tratada”

“Mas como é que deixou infectar isso” perguntou o Sr. Enfermeiro, em resposta pelo Sr. Manuel “deve ter sido no banho”, responde o enfermeiro “não sabe que isso não é para apanhar água?”.

Parece que depois de satisfeito com o desabafo que teve, o Sr. Enfermeiro dirigindo-se para a Sra. Cesaltina “vá inscreva lá aí o homem”.

Tal inscrição foi efectuada nessa altura pela funcionária, onde o utente em causa aguardou uns momentos, tendo sido depois atendido dignamente por outros profissionais.

Desde então, a postura do meu pai, o moral, nunca mais foi o mesmo, e esta causa foi uma das que contribuiu a que ele ficasse mais nervoso, considerar-se inútil e o levou abaixo de dia para dia ate ao momento que nos deixou.

Este caso tem que ser resolvido, não por ser meu pai, mas por ser um utente, e casos destes não se podem repetir nem acontecer.

Este Sr. enfermeiro tem mais casos em que teve envolvido e com toda a certeza existem reclamações no livro de reclamações, elas não podem ficar arquivadas.

Tive a honra de me deslocar a este centro de saúde de Aljustrel no dia 13 de Setembro pelas 15 horas para ser atendido pela Sra. Coordenadora do respectivo centro, onde a mesma me recebeu muito atenciosamente.

Comecei por questionar a Sra. Doutora sobre como se trata uma infecção e os seu procedimentos.

A resposta dada foi a que eu esperava, contradizendo a terceira alínea da carta por vos enviada, o meu pai não tinha qualquer guia de tratamento porque o mesmo não ia fazer nenhum tratamento, ia apenas tratar uma infecção que lhe apareceu no braço.

Questionei também a Sra. Doutora qual o procedimento quando um doente se dirige o um Centro de Saúde.

Onde a resposta foi que seria feita a inscrição do doente e posteriormente aguardaria para ser chamado a fim de efectuar a triagem.

Nesta situação foi feita triagem em público, ocupando um local de trabalho de outro funcionário, tendo sido forçado enquanto as questões colocadas, um doente muito debilitado ficar ali de pé ate ser inscrito.

Existem testemunhas da ocorrência, onde a Sra. D. Cesaltina vossa funcionaria e de serviço na altura pode comprovar tudo o que esta aqui apresentado.

Realço ainda que e com respeito a conhecimentos de longa data, não se podem misturar amizades com trabalho, sendo apresentado na vossa resposta, na alínea 6, que esse funcionário tem conhecimentos pessoais quer com o utente em causa, quer com a acompanhante de longa data, onde esta afirmação e completamente falsa, pois esse vosso funcionário apenas conhece a minha esposa de a alguns anos, o meu pai ou a família da parte do meu pai não conhece ninguém.

No entanto, quer para ele como profissional, quer para os profissionais que estão a tratar deste assunto, não é razão para alguém apenas por conhecer uma pessoa de longa data, tratar mal alguém ou mesmo utilizar linguagem menos cuidada como V Exas. descrevem.

“Está para aí feito besta” fiquei indignado por V Exas. considerarem isto linguagem menos cuidada, onde para mim e para toda a gente a quem apresento esta situação considera isto uma ofensa.

Espero que esta situação seja devidamente analisada e que se faça justiça a este funcionário.

Informo que irei continuar com esta queixa ate a mesma ser resolvida, irei comunicar a situação a outras instâncias, e a entidades públicas para assim fazer justiça e mostrar o que existe no nosso sistema.

By: José Manuel Tome da Cruz

INEM

No dia 20-9-2011 por volta da 21:30 fiz uma chamada para o 112 a pedir socorre medico, e mais uma vez foi-me negado.

Há 2 anos eu foi a catus porque o meu filho estava com febre e mais sintomas e disseram-me que era uma vírus, mas eu não fiquei convencido telefonei para a saúde publica e disseram-me para ir a Estefânia, porque a febre com o xarope não baixava mas subia.

Então com meu que fosse a tal gripe que se falava na altura telefonei para o INEM eles disseram que não vinham porque nao era urgente. Para ir de transportes ou de táxi e assim foi. Quando cheguei viram que o menino tinha a tal gripe a quando se era obrigado a ter cuidados. Agora a ultima foi no dia 20 deste mês o meu filho caiu tinha o pulso virado ao contrario mais que partido e eles disseram que não vinham.

Para ir de autocarro ou táxi. Afinal o que é o INEM? Quero saber o que a final é urgente! Na minha lógica é tudo mas na deles deve ser passear conversar ao pé dos centro comerciais se estiver bêbado sim porque ai eles vão logo ver essas pessoas porque convém tirar essas ressacas que assim essas pessoas podem ir beber mais mas o meu filho só tem 11 anos não bebe mas sim tinha o pulso virado e não é urgente.

Só espero que a pessoa que atendeu o telefone que lhe de uma trombose na língua porque não serve para medica nem para telefonista.

By: carlos figueiredo

Clínica Capitólio do Dr. João Araújo Teixeira

No dia 12 de Maio de 2011 pelas 17:30, dirigi-me á clínica do Capitólio na cidade do Porto para uma consulta de proctologia, sentia uma dor no recto que me atormentava há 2 semanas.

Fui atendido pelo médico Prof.Dr. João Araújo Teixeira que pelo perfil que tinha visto no seu site na internet, www.centrohemorroidas.com achei que estaria em óptimas mãos!

Na companhia da minha Esposa, expliquei ao médico o que sentia e logo disse-me que seria de certeza absoluta uma fissura no recto, pediu-me para ser examinado e assim que concluiu o doloroso exame, confirmou a fissura e retomamos a conversa, explicou que seria urgente tratarmos a fissura com recurso à cirurgia, caso contrário, degeneraria em fístula, situação mais grave e complexa.

Ainda não refeito do choque pela noticia, o médico sugeriu-me que decidisse rápido e poderia fazê-lo já na Segunda Feira seguinte, na sua clínica, pelo próprio e porque tinha uma vaga.

Quando perguntei por valores, explicou-me que ficaria por 2600 Euros mas que se eu não precisasse de factura ficaria pelos 2000 euros e ficávamos todos a ganhar!

Disse ainda que se não tivesse a quantia toda do dinheiro poderia passar uns cheques pré-datados a combinar melhor.

Atónito e sem grande reacção perguntei-lhe se não havia nenhum tratamento que pudesse fazer e algum medicamento que pudesse tomar para aliviar as dores, respondeu-me que o tratamento ideal seria a cirurgia e não me receitava analgésicos para não deixar andar e adquirir mais tarde a fístula.

Paguei 80 euros pela consulta e abandonei as luxuosas instalações da clínica do Capitólio completamente desorientado.

Mais tarde na Internet e após consulta de sites da especialidade concluo que afinal a minha fissura seria do tipo aguda porque tinha apenas 2 semanas e completamente tratável, sem recurso a cirurgia, ao invés da fissura crónica que pode ter meses e quando o tratamento é ineficaz recorre-se à cirurgia para não ocorrer fístula.

Passados 5 dias recorro ao Hospital Pedro Hispano para ser observado por um médico gastrenterologista, esse médico observou-me e receitou-me Paracetamol, Nupercainal e conselhos do que não deveria comer naquela fase, e disse-me logo que a cirurgia é a ultima opção para estes casos e lamentou o que se passou comigo, mas que conhece mais casos idênticos perpetrados pelo mesmo médico e até outros da mesma especialidade!

Hoje decorrido quase 1 mês e meio estou praticamente curado e aliviado mas sinto que não posso deixar passar este caso impune, pois estamos perante uma situação gravíssima de má fé, fraude, desrespeito pelos princípios humanos e deontológicos.

Não podemos permitir que outras pessoas venham a ser vitimas do mesmo ou pior, e que comportamentos como este sejam devidamente e exemplarmente punidos e erradicados.

Notifiquei a ordem dos médicos com carta pormenorizada dos factos e até hoje nem resposta!

Cumprimentos,

By: Vitor Gomes

Centro de Saúde da Parede

Como está o nosso País, lamentável! Desde 18 anos que trabalho e cumpro sempre com os meus deveres como cidadã (nunca fugi as minhas obrigações.

Um dia destes desloquei ao Centro de Saúde da Parede para mostrar as minhas analises mensais da tiróide.

Cheguei por volta das 8h30 já não consegui consulta (só atendiam 11 e mais 2 ou 3 por ordem de chegada. Voltei no dia seguinte muito mais cedo e consegui consulta, e, até aqui tudo bem. Apareceu uma outra pessoa que não teve consulta no mesmo dia em que eu estava presente, foi avisada da mesma forma. A pessoa questão no dia seguinte chegou por volta das 9h00 e os funcionários com educação repetiram que já não tinha vaga. A moça berrou que queria ser atendida e que queria o livro de reclamações. O qual foi dirigida para onde estava o livro de reclamações e a partir dali não soubemos o que se passou. Quando voltou da reclamação sentou-se à espera de consulta e foi a das primeiras a ser atendida. Como é possível isto acontecer?! Se é regulamento do centro, porque será que a moça foi atendida. Má gestão. Gosto dos funcionários do Centro da Parede não tenho tido razão de queixa. 2 Critica: Não tenho medo de família já alguns 3 anitos desde que a minha médica se reformou. Desde do Dezembro, que tenho andado com alguns problemas de saúde e ando numa roda viva de médico em médico, receitas e receitas novas e diferentes. Sei que está tudo no computador registado e muitos dos médicos nem abrem para ver o que se passa com o paciente. Para verem a conversa entre um paciente e médica:

– Paciente: Boa tarde Doutora

– Médica: Boa tarde

– Médica: Então

– Paciente: Venho mostrar os exames que tenho trazer todos os meses para ver a minha como está a tiróide. Tentei falar de outro assunto sobre uns comprimidos que estou a tomar para crise de pânico.(a médica Ignorou completamente)

– Médica: Tem que aumentar a dose para 50g para a Tiróide.

– Médica: Bom dia

Despachou uma consulta menos de um minuto. Como é possível uma coisa destas! Que frustrante!

Dia da consulta: 18 de Julho de 2011 (de manhã)

By: Sofia Silveira

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