GNR de Sabrosa precisa de repreensão

Agora é o comportamento da GNR de Sabrosa, na activa intervenção do quotidiano, motiva críticas de vários cidadãos, inclusive professores que exercem as suas funções neste concelho.

Acusam um GNR DE SABROSA: OSVALDO TEIXEIRA, natural da aldeia de Vale Mendiz, com residência na aldeia de Souto Maior/Sabrosa Vila Real e em exercício de funções no posto da GNR de Sabrosa, de comportamentos, despropositados, provocatórios e intimidantes, SOBRETUDO AOS PROFESSORES…
Diariamente, os docentes colocados no concelho de Sabrosa, confrontam-se com multas, depois do soldado acima citado os abordar, com atitudes verbais intimidatórias, ora durante os percursos que os docentes realizam, ora quando estes estão estacionados ou a estacionar.
Tanto os professores como habitantes, manifestam o desagrado da atuação do soldado supracitado, tendo este já sido agredido fisicamente, por um cidadão de alcunha ”Espiga” por haver tido uma atitude pouco assertiva, para com um habitante do concelho.
O comando da GNR de Sabrosa, parece que acompanha a “exaltação” do agente, com passividade e alguma inércia
Durante o presente mês de Dezembro, só multas aos professores do Centro Escolar de Sabrosa, são e foram muitas! Isto porque o citado soldado da GNR tem o seu filho a frequentar este estabelecimento escolar e parece não lidar muito bem com normas e atitudes pedagógicas, que podem ser consultadas no Despacho n.º 10393/2010, publicado no Diário da República, 2.ª série — N.º 119 — 22 de Junho de 2010.Entre os diferentes articulados, o Artigo 2.º -Princípios gerais de conduta, podia ajudar!.
Continuando:
Os docentes são abordados quando o agente se encontra à civil, ou este lhe faz “perseguição”, ”espera” para conseguir os documentos do veículo em “operações auto-stop. Questiona-os, sobre diferentes coisas e se no dia X ou Y, não estavam no sítio W, ou Z. Outras vezes apenas se lembra de reproduzir locais de pretéritas multas…. depois envia contraordenação e coima para casa dos professores , com a devida assinatura do Sargento do Comando, ou cabo em substituição do sargento comandante, com a respetiva coima de penalização.
O alegado agente, utiliza a viatura de serviço, para ir buscar o seu educando, desde 2009. Entra em recinto escolar devidamente fardado e não tem uma postura assertiva e pedagógica para com os cidadãos.
Tais casos merecem ser devidamente auditoriados,pelas entidades superiormente hierárquicas, no intuito de não denegrir a imagem de uma classe que deve prestar um serviço pedagógico-cívico á sociedade e não ser promotor de contestação, revolta, intimidação, indignação, perseguções, fomentadores de violência, desentendimentos, mau relacionamento e ameaças de caris psicossocial.
Cabe à GNR manter a serenidade a ordem e fomentar o civismo e o cumprimento legal das leis, sem perseguições e intimidações, coações, surgidas do nada.
Se eles não mantêm essa postura, como devem exigir que os cidadãos a mantenham?
O que as autoridades têm que fazer é evitar incidentes e não provocá-los.
A própria postura física do soldado da GNR, OSVALDO TEIXEIRA, que costuma, entrar fardado no recinto escolar, já compromete o “imaginário infantil das crianças” e a sua especificidade na forma de abordagem que faz ao cidadão comum, diz muita coisa por si só.
O comandante carece de ser questionado, por entidades superiormente hierárquicas, pelo contínuo e frequente desempenho do guarda supra, aquando da emissão e data da assinatura e testemunhas dos incidentes/contraindicações, que envolvem as multas avulsas, sem respetivas testemunhas.
Tudo o que posso dizer é que vamos aguardar que a situação seja resolvida nas instâncias superiores e judiciais próprias, se a situação continuar.
Nuno Carvalho – Advogado estagiário

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